O Senhor Jagannatha, que é pesadíssimo, é carregado para o Seu respectivo carro antes de começar o festival de Ratha-yatra.
(foto 02) O magnífico e famosíssimo templo do Senhor Jagannatha em Puri.
(foto 03) O Simha-dvara, portão do leão, a entrada principal do templo.
(foto 04) Uma vista da avenida em frente ao templo do Senhor Jagannatha, onde acontece o festival de Ratha-yatra.
(foto 05) Aqui vemos a ante-sala do pequeno quarto onde o Senhor Caitanya morava. Seu quarto é chamado de Gambhira. Aqui Caitanya Mahaprabhu experimentou êxtases de sentimentos devocionais profundos, como os sentimentos de saudade de Krishna experimentados por Srimati Radharani.
(foto 06) Aqui vemos o samadhi de Srila Haridas Thakura. Thakura Haridas teve nascimento em família muçulmana, mas tornou um Maha-bhagavata Vaishnava, um devoto Vaishnava de primeira classe. Sri Caitanya nomeou-o de Nama-acharya, O Acharya dos Santos Nomes. Sua partida desse mundo foi gloriosa: Ele segurava os pés de lótus de Caitanya Mahaprabhu. Sri Caitanya, carregou, pessoalmente, o corpo de Haridas Thakura e fez os ritos de seu funeral. Depois disso Sri Caitanya, pessoalmente coletou lakshmi para promover um grande festival em honra a Seu devoto tão especial.
(foto 07) Esta é a Siddha Bakula. Debaixo dessa árvore, Sri Haridas Thakura fazia a meditação em sua japa. Seu sádhana diário era cantar 192 voltas de japa!!! (Para nós, as 16, muitas vezes, são tão penosas e demoradas...). Anos atrás eu colhi uns frutos maduros dessa árvore e trouxe as sementes para o Brasil. Algumas filhas da Sidha Bakula estão agora crescendo em Goura Vrindávana.
(foto 08) Encontramos, nas ruas de Jagannatha Puri, um grupo de meninos do gurukula de Mayapur acompanhados por seus professores.
(foto 09) Aqui é a casa de Sarvabhauma Battacharya, um grande devoto de Sri Caitanya, que era um dos mais proeminentes intelectuais da Índia naquela época. Por sete dias consecutivos, Sri Caitanya ouviu os discursos de Sarvabhauma sobre a filosofia Advaita Vedanta, também conhecida com Maya-vada ou impersonalismo, sem dar uma só palavra. Quando inquirido pelo pandita, Sri Caitanya, com poucas palavras derrotou sua filosofia e apresentou a Vedanta Vaishnava, a visão teísta do Vedanta. Sri Caitanya, então deu uma misericórdia especial para Sarvabhauma Battacharya e mostrou Sua forma divina muito particular, com seis braços (Shad-bhuja), em que os dois braços superiores seguram um arco e uma flexa e representam o Senhor Ramachandra; os dois braços intermediários seguram a flauta de Krishna; e os inferiores, seguram os símbolos da ordem de sannyasi, que representa o próprio Senhor Caitanya. Na foto, à direita, em baixo, está o assento de Sarvabhauma. À direita, é o local em que Sri Caitanya Mahaprabhu exibiu Sua Shad-bhuja, forma transcendental de seis braços.
(foto 10) Outro importantíssimo local em Puri é o templo de Tota Gopinatha. Aqui vemos a deidade de Sri Tota Gopinatha, ladeado por Srimati Radharani (direita) e Srimati Lalita Devi. Sri Gadadhara Pandita, íntimo associado de Caitanya Mahaprabhu e um dos membros do Pancha-tattva, era o pujari das deidades até o final de sua vida. É dito que Sri Caitanya Mahaprabhu encerrou Seus passatempos nesse mundo fundindo-se nessa deidade.